Mostrando postagens com marcador Teorias do Texto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teorias do Texto. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Plano de Aula : Ensino em Língua Inglesa


PLANO DE AULA

 

1. IDENTIFICAÇÃO
Escola:
Curso: Ensino Médio
Disciplina: Língua Inglesa/ Literatura
Carga horária: 1h30m
Série: 3º ano
Ano: 2018
Professor (a):

 TEMA: Conto de Horror: O Estranho Caso do Sr. Waldemar de Edgar Allan Poe




                   Imagem relacionada


 OBJETIVOS GERAL

Promover aos alunos maior conhecimento da Literatura Inglesa, fazer com que
aprendam de uma forma lúdica e sensível.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  
Entender as dificuldades de cada aluno individualmente, descobrir uma forma de ajudá-lo.
Demonstrar características do Gênero Textual: Conto.
Trabalhar características e história da literatura gótica e de horror.
Analisar o Conto de modo a entender as características do gênero expressas na obra.


CONTEÚDO
 

O Conto impresso, lido estudado e analisado pelos alunos com auxílio do professor, com
conteúdo extras, como artigos, livros e revistas sobre o assunto.



METODOLOGIA

Trabalho em grupo, mas analisando individualmente. Os alunos deverão ler interpretar e
analisar a obra em questão.


AVALIAÇÃO

Cada grupo deverá entregar o trabalho em folha de almaço. As notas serão de acordo com
a dedicação e competência. Será levado em consideração o empenho de cada componente
do grupo, já que o trabalho será realizado em sala de aula com a supervisão da professora.
Cada aluno será avaliado individualmente.


RECURSOS DIDÁTICOS

 Conto impresso, lápis, caneta, folha de almaço, borracha.


 
REFERÊNCIAS

A Literatura Inglesa de Anthony Burgess; O Estranho caso do senhor Waldemar; Revista 
Mundo Estranho.


Alunos: Andréia Lopes Prianti            R.A.: C68AEF-6.
              Andressa Lopes Prianti           R.A.: C68AEE-8.
              Bruna Carolina S do Prado      R.A.: C75518-4.
             Cláudia Nicolau Correa            R.A.: C570EI-7.
             Marilene S. H. Pereira              R.A.: T1880F-2.
             Richard da Silva Alves            R.A.: C50109-3.

Semestre: 8º semestre

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Resumo dos capítulos do livro Vidas Secas de Graciliano Ramos


Resultado de imagem para imagem  do capitulo de mudança vidas secas


   O livro Vidas Secas conta a história de uma família do sertão nordestino, vítima da seca e da pobreza, saem para uma viagem para tentar uma vida mais digna em um lugar melhor.
    O livro contém 13 capítulos, rompendo com a linearidade, os capítulos podem ser lidos aleatoriamente, sem a necessidade de seguir a ordem, pois cada capítulo conta uma história, sem ordem cronológica, com exceção do primeiro e do último capítulos que devem ser lidos nessa ordem.
    O primeiro capítulo narra a saída da família, a caminhada, as dificuldades que encontraram pelo caminho, o cansaço, a fome e a procura por sombras. Conta o sofrimento da família que para tentar uma vida melhor, se aventuraram pelo sertão, indo em busca de um lugar onde houvesse trabalho, onde pudessem criar os filhos para que crescessem com dignidade, porém, a falta de água, de comida, o calor e as privações foram cruéis com a família nessa viagem.
     O segundo capítulo conta a história de Fabiano, um vaqueiro, pai de família que sonhava com uma vida melhor para a sua esposa, seus filhos e mesmo para a cachorra Baleia, conta suas aventuras.
     O terceiro capítulo, narra a trajetória de Fabiano, quando saiu para comprar algumas coisas que precisava, acabou se envolvendo em uma confusão, ao suspeitar que era enganado pelos comerciantes, foi tirar satisfação com o dono da venda, depois se envolveu mais uma vez em uma desavença com um soldado e acabou indo parar na cadeia.
     O quarto capítulo conta a história de Sinhá Vitória, uma dona de casa sonhadora, sonhava para os meninos uma vida melhor, vivia sonhando com o dia que teriam roupas decentes, sapatos, imaginava-se calçando sandálias bonitas, sonhava com uma cama de correrias. Pensava sempre na vida miserável que tinham, culpava Fabiano.
      O quinto e o sexto capítulo narram a história dos filhos do casal. O menino mais novo e o menino mais velho. O menino mais novo admirava o pai, sonhava em ser um vaqueiro igual Fabiano. O menino mais velho era curioso, amigo dos animais, ficou confuso com a palavra “inferno”, queria descobrir o significado da palavra.
      O sétimo capitulo narra as dificuldades da família durante o inverno, da esperança que a chuva trouxe à família. Os trovões assustavam as crianças, mas Fabiano via naquela tempestade a chance de uma vida melhor, pensava nas dificuldades que tiveram por conta da seca, mas renovava sua esperança, acreditando que não voltaria mais a passar por aquela situação novamente.
    O oitavo capítulo conta o natal da família, detalhando a saída de casa para ir à uma festa, a família fez uma longa e difícil caminhada, passando por percalços, mas finalmente chegaram à igreja. Ficaram admirados com as imagens, com tudo o que viam lá. Fabiano começou a pensar na sua vida, no meio de tanta gente, lembrando que passavam-lhe para trás, sentia-se inferior a todos. Sinhá Vitória pensava na vida difícil que tinha, na vida que desejava ter.
     O nono capítulo conta a história da cachorra Baleia, o animal que estava sempre junto com a família, conta quando o animal começou a emagrecer, seus pelos começaram a cair, e Fabiano percebeu que Baleia estava doente, não viu outra alternativa, decidiu sacrificá-la. Os meninos sofriam ao perceberem que algo ruim iria acontecer com a cachorra. Esse capítulo, mostra a morte da Baleia, um fim triste para um animal que parecia uma pessoa, um membro da família.
    O décimo capítulo narra o esforço de Fabiano para vencer na vida, trabalhando, porém não tinha seus produtos valorizados, por medo de ser expulso da fazenda, deixava que o freguês pagasse pouco por seus produtos. Vendia os animais, acumulava dívidas, não tinha esperança de ficar rico. Sinhá Vitória, que era boa de cálculos, fazia as contas, pois Fabiano não era bom nisso. Ao retornar ao patrão para reclamar a diferença, o patrão disse que não deveria pagar mais, e ameaçou mandar Fabiano embora, então, o Vaqueiro de desculpou, disse que deveria ser erro da mulher, e assim a vida miserável não tinha fim, trabalhava e entregava muito barato ao patrão e vivia na pobreza de sempre sem esperança de melhorar. O capítulo descreve a tristeza de Fabiano, pensando na sorte ruim que tinha.
       O décimo primeiro capítulo narra o reencontro de Fabiano com o “soldado amarelo”, o policial que o havia prendido um ano antes. Fabiano teve vontade e oportunidade de mata-lo, mas não o fez, o soldado estava acuado, com medo. Fabiano lembrou de como o soldado era cruel, maltratava os homens na cidade, homens inofensivos, porém ali, diante de Fabiano armado com um facão, o soldado teve medo. Fabiano pensou que não valeria a pena mata-lo, e não o matou.
No décimo segundo capítulo, aparecem aves, muitas aves no céu. Sinhá Vitória alerta Fabiano que as aves matariam o gado, ele achou que a mulher estivesse doente, mas depois, parando para observar viu que as aves bebiam toda a água, como eram muitas, acabariam com a água, deixando o gado com sede e assim morreriam. Fabiano pensou nas habilidades da mulher, e lembrou que Sinhá Vitória é uma pessoa inteligente, e que pensava, entendia as coisas de forma coerente. Analisando a situação em que estavam, percebendo que a seca estaria de volta, decidiram sair novamente de sua terra e partiram para mais uma viagem.
      O último capítulo relata a fuga da família, narra a viagem, assim como no primeiro capítulo, a família saiu, deixando para trás aquele lugar onde passaram os dias lutando, tentando sobreviver de forma digna, mas não conseguiram, pois eram roubados por juros absurdos que o patrão cobrava. Mais uma vez, viajaram por um longo tempo, noite e dia com a esperança de uma vida digna, escola para as crianças que poderiam ter um futuro melhor, mostra o sonho da família que deixara para trás a vida miserável do sertão, a seca, a frustração e partira para uma vida de sonhos, um futuro digno.

Alunos: Andréia Lopes Prianti
              Andressa Lopes Prianti 
              Claudia Nicolau Correa
              Marilene Harrisberger Pereira
              Richard da Silva Alves        
              Liane Moura Costa  

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Vidas Secas de Graciliano Ramos


                                   Resultado de imagem para graciliano ramos nome em postagem




     Nasceu em Quebrângulo (Alagoas), a 27 de outubro de 1892. Passou a infância em Buíque (Pernambuco) e Viçosa e Palmeira dos Índios (Alagoas).


      Após os primeiros estudos em Maceió, segue para o Rio de Janeiro, onde vive como reviso de provas tipográficas (1924). De regresso a Plameira dos índios, entrega-se ao comércio de miudezas, e mais tarde é eleito prefeito (1927). Como redigisse os relatórios burocráticos numa prosa impecável, chama a atenção de Augusto Frederico Schimdt, nessa altura tentando a aventura editorial. Desse fato resultaria a publicação, em 1933, de Caetés, que vinha escrevendo dede 1925. Transfere-se para Maceió em 1930, onde viria a ser editor da Imprensa Oficial do Estado. Acusado de práticas subversivas, conhece em 1936 os dissabores da cadeia, que lhe inspiraram as Memórias do Cárcere (1953). Os últimos anos, vive-os no Rio de Janeiro, de onde sai para uma visita à Tchecoslováquia e URSS, e onde falece a 20 de março de 1953. Publicou, além das obras mencionadas, o seguinte: romances, S. Bernardo (1934), Angústia (1936), Vidas Secas (1938); contos, Histórias Incompletas (1946), Insônia (1947), Alexandre e Outros Heróis (1962); crônicas, Linhas Tortas (1962), Viventes das Alagoas (1962); viagens, Viagem (1954).  





VIDAS SECAS
     
     A Obra Vidas Secas de Graciliano Ramos foi publicada em (1938) e pertence a 2°Geração do Modernismo.
    A 2°Geração do Modernismo também chamada de geração regionalista, é uma geração que volta o olhar para o que a sociedade normalmente não olha, lugares, pessoas que passam despercebidas perante aos olhos dessa sociedade. No caso da Obra Vidas Secas esse olhar estará voltado para o sertão nordestino.
Nessa geração a Literatura é engajada, porque vai denunciar os problemas sociais e políticos do Brasil, revelando a atuação opressora do Estado brasileiro que nunca garantiu o bem estar social aos cidadãos.


MODERNISMO 2ª FASE (1930 - 1945)

Contexto histórico
     Toda a década de 30 e os primeiros anos de 40 caracterizam-se por profundas modificações no cenário nacional. Alguns fatos importantes da época convêm lembrar: - Getúlio Vargas lidera manifestações contrárias ao governo de Washington Luís que acaba por ser deposto. - Promulgação da Nova Constituinte e eleição de Getúlio Vargas para Presidente. O governo é conturbado por greves, aprovação da lei de Segurança Nacional, prisões de intelectuais e militantes políticos (como Graciliano Ramos e Luís Carlos Prestes do Partido Comunista). Houve diversas tentativas de deposição de Getúlio Vargas até que, em 1945, as Forças Armadas o fazem, pondo fim ao Estado Novo. - O início da Segunda Guerra Mundial em 1939, com a participação do Brasil em 1942.  

Apresentação da Obra

      "Vidas Secas", romance publicado em 1938, retrata a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas pela seca. A Obra pertence como já dito à segunda Fase do Modernismo, conhecida como regionalista, e é qualificada como uma das mais bem-sucedidas criações da época.
    O estilo seco de Graciliano nessa obra, se expressa principalmente por meio do uso econômico dos adjetivos, parece transmitir a aridez do ambiente e sues efeitos sobre as pessoas que ali estão.



Espaço

      A narrativa é ambientada no sertão, região marcada pelas chuvas escassas e irregulares. Essa falta de chuva, somada a uma política de descaso do governo com os investimentos sociais - transforma a paisagem em ambiente inóspito e hostil.
Inverno, na região e no romance, é o nome dado à época de chuvas, em que a esperança sertaneja floresce mudando o cenário até que a seca retorne.
     Ambiente rural(sensação de adequação): Fabiano consegue, apesar da miséria, dominar o ambiente rural com suas técnicas profissionais, o que lhe faz sentir certa capacidade e, ainda, uma aceitação para o uso tão escasso das palavras. A passagem em que seu filho o admira ao vê-lo trabalhando deixa claro isso.
    Ambiente Urbano (sensação de inadequação): Na cidade, porém, Fabiano vivencia, a cada experiência, o sentimento de frustração, incapacidade. Os capítulos "Festa" e "Cadeia" ilustram essa sensação.


Personagens

     As personagens são focalizadas uma por vez, o que mostra o afastamento existente entre elas. Vidas Secas é, portanto, a dramática descrição de pessoas que não conseguem comunicar-se. Nem os opressores comunicam-se com os oprimidos, em cada grupo comunica-se entre si. A nota predominante do livro é o desencontro dos seres.
           " - Fabiano, você é um homem, exclamou em voz alta.
 Conteve-se, notou que os meninos estavam perto, com certeza iam admirar-se ouvindo-o falar só. E, pensando bem, ele não era homem: era apenas um cabra ocupado em guardar coisas dos outros. vermelho, queimado, tinha os olhos azuis, a barba e os cabelos ruivos; mas como vivia em terra alheia, cuidava de animais alheia, descobria-se, encolhia-se na presença dos brancos e julga-se cabra.
   Olhou em torno, com receio de que, fora os meninos, alguém tivesse percebido a frase imprudente. Corrigiu-se, murmurando:
- Você é bicho, Fabiano."    (página 18)
   

  • Sinhá Vitória: Tem uma superioridade visível em relação ao marido por ser mais letrada que ele, tanto que é ela quem descobre erros nas contas do patrão; ela toma as decisões mais importantes para a família, como por exemplo, quando é chegada a hora de partir, uma vez que a seca já se anuncia pela das aves; possui um desejo recorrente de uma "cama real", igual a do seu Tomás da bolandeira, metáfora que demonstra o desejo secreto de se instalar num lugar que não obrigue a família a fugir da seca.

    "Por que não haveriam de ser gente, possuir uma cama igual à de seu Tomás da bolandeira? Fabiano franziu a testa: lá vinham despropósitos. Sinhá Vitória insistiu dominou-o. Por que haveriam de ser sempre desgraçados, fugindo no mato como bichos? Com certeza existiam no mundo coisas extraordinárias."

  • O Menino mais Novo tem como maior, e talvez único, desejo a vontade de ser igaul ao pai. Quando fosse grande "saltaria no lombo de um cavalo brabo e voaria na cantiga".
  • O Menino mais Velho que quer compreender o significado da palavra "inferno".Parele era duro acreditar que essa palavra pudesse designar coisa ruim.Talvez,isso se deva ao fato de que ele,na sua inocência,não percebesse que o inferno era o próprio sertão. É bastante significativo o fato de os dois meninos não possuírem um nome próprio,sendo assim animalizados,mas,essa não nomeação também sugere que os dois ainda não tem condições para suportarem,por si mesmos,a aspereza do sertão. 
  • Baleia ocupa um lugar de destaque,pois é dotada de sentimentos próprios,ela sente e age em vários momentos como se fosse "humana".A aspereza do ambiente,provoca um nivelamento entre homens e animais que enquanto Baleia,humaniza-se,as pessoas,por sua vez,animalizam-se.
     Vidas Secas traduz,  tendo a morte como pano de fundo,o sofrimento da pequenez humana diante da própria arbitrariedade que rege as relações humanas nesse meio.Composto por treze capítulos e marcado por um estilo conciso,o livro,em sua essência,retrata a peregrinação de uma família de retirantes pelos confins do sertão,é o fio condutor dessa historia que reduz a existência de homens e bichos a um lutar instintivo pela própria sobrevivência. Compostos e publicados separadamente,os capítulos formam um cenário de situações que procura ajustar a hostilidade natural do sertão á realidade social nordestina.
   O texto é narrado em 3° pessoa.É o próprio narrador que revela o interior dos personagens através de monólogos interiores e,assim,ganha destaque ao converter em palavras os anseios e pensamentos das personagens e isso por meio de frases curtas,incisivas,enxutas quase sempre no período simples.
     Narração em 3° pessoa é uma necessidade do texto,para que se fosse mantida a verossimilhança da obra.Por causa da articulação verbal dos personagens,reflexo das adversidades naturais e sociais que o afligem,nenhum parece capacitado a assumir o posto de narrador.
      Os diálogos,em discurso indireto livre,são raros e as palavras ou frases que vem diretamente da boca das personagens são apenas xingatórios,exclamações,ou mesmo grunhidos.A terra é seca,mas sobretudo o homem é seco Dai o titulo Vidas Secas. 


BIBLIOGRAFIA

http://ceeja-portugues.blogspot.com.br/2016/10/vidas-secas-graciliano-ramos.html

Alunos: Andréia Lopes Prianti
              Andressa Lopes Prianti 
              Claudia Nicolau Correa
              Marilene Harrisberger Pereira
              Richard da Silva Alves        
              Liane Moura Costa  

sábado, 27 de maio de 2017

Aula sobre Literatura Brasileira: Barroco

PLANO DE AULA


1. IDENTIFICAÇÃO
Escola:
Curso: Ensino Médio
Disciplina: Língua Portuguesa/ Literatura
Carga horária: 1h30m
Série: 2º ano
Ano: 2017
Professor (a):
Tema: Literatura Brasileira: Barroco
2. Objetivo geral
Almeja que os alunos percebam a importância de ter conhecimentos sobre a escola literária, características do período e principais autores.
3. Objetivos específicos
- Reconhecer características, autores e contexto histórico da escola literária: Barroco para adquirir e desenvolver conhecimentos sobre literatura e as escolas literárias.
4. Conteúdo programático
- Contexto Histórico e social do período;
- Características do período literário;
- Principais autores do período;
- Bibliografia de Gregório de Matos Guerra;
- Os três tipos de poesia de Gregório de Matos: lírica – amorosa, filosófica e religiosa;
- Características das poesias: Lírica – amorosa, filosófica e religiosa
- Características Literárias da obra de Gregório de Matos
- Exercícios da Escola Literária.
5. Metodologia
- Aula expositiva com auxílio de slides;
- Exercícios escritos;
-Leitura e interpretação de poemas da escola literária: Barroco.
6. Recursos Didáticos
- Data – Show;
- Livros didáticos;
- Slides.
7. Avaliação
Levará em conta a participação dos alunos nas discussões sobre o assunto e também os exercícios realizados em aula, cuja realização permite que seja observado o entendimento do aluno perante os conteúdos apresentados.

8. Bibliografias
Faraco e Moura, Português - Novo Ensino Médio. Atica.

 CONTEÚDO: BARROCO NO BRASIL
Século XVII

CONTEXTO HISTÓRICO
      O poema épico Prosopopéia, de Bento Teixeira Pinto, inaugura , em 1601 o Barroco Literário Brasileiro. O estilo perdura até o ano de 1768, quando se publica o livro Obras poéticas, de Cláudio Manuel da Costas, que inicia o nosso Arcadismo.
   Acompanhando os ciclos da nossa companhia, o Barroco vicejou primeiro em Pernambuco e na Bahia, cede da grande riqueza da época, a cana-de-açúcar.....................................................................     Foi nesse período que surgiu o primeiro e um dos mais talentosos poetas Brasileiros: Gregório de Matos Guerra. Além dele, tem importância histórica Bento Teixeira Pinto e Manuel Botelho de Oliveira. Convém lembrar que o Padre Vieira não só escreveu grande parte de sua obra no Brasil como também organizou aqui seus inúmeros escritos.



CARACTERÍSTICAS
1) Conhecimento e expressão da realidade através dos sentidos.

a) Metáfora:
ex: Se és fogo, como passa brandamente
      Se és
neve, como queimas com porfia?

b) Antítese:
ex: O prazer com a pena se embraçada;
      Porém quando um com outro mais porfia,
      O gosto
corre, a dor apenas passa.

c) Paradoxo:
ex:   Ardor em firme coração nascido;
      Pranto por belos olhos derramado;
     
Incêndio em mares de água disfarçado;
 Rio de neve em fogo convertido. 

2) Presença de palavras semelhantes quanto á sonoridade

Ex: Foi ser Lia, sem ser feia,
     que me
enlia e me enleia
     a liberdade e o juízo..

3) Símbolo que traduzem a efemeridade, a instabilidade das coisas

Ex: Entre essas
ondas claras, duvidosa,
     Levai ao largo
mar,com turva vela,
     Triste queixumes,
lágrimas queixosas...

4) Utilização muito frequente de frases interrogativas

Ex: Porém, se acaba o sol, por que nascia?
      Se tão formosa é a Luz, por que não dura
      Como a beleza assim se transfigura 


 5) Emprego frequente  da ordem inversa

Ex: Salta o coração, bate o peito, mudam-se as cores, chamejam os olhos, desfazem-se os dentes, escuma a boca, morde-se a língua, arde a cólera, ferve o sangue, fumegam os espíritos; os pés, as mãos, os braços, tudo é ira, tudo fogo, tudo veneno.


6) Cultismo e Conceptismo


a) Cultismo
Ex:  Se choras por ser duro, isso é ser brando,
      Se choras por ser brando, isso é ser duro.
      Se choras por ser brando, isso é ser duro.      Se choras por ser brando, isso é ser duro.


b) Conceptismo

Ex
: Para um homem se ver a si mesmo são necessárias três coisas: olhos, espelhos e luz. Se tem espelhos e olhos, e é de noite, não se pode ver por falta de luz. Logo, há mister luz, há mister espelho e há mister olhos. 


7) Temas mais frequentes da literatura Barroca

a) Fugacidade da vida e das coisas;
b) a morte, expressão máxima da efemeridade das coisas;
c) concepção do tempo como agente da morte e da dissolução das coisas;
d) castigo, como decorrência do pecado;
e) arrependimento;
f) cenas trágicas;
g) erotismo;
h) o sobrenatural;
i) misticismo;
j) apelo á religião;
i) sedução do mundo 


Principais autores do Barroco


Os principais escritores brasileiros desse período foram:

-Bento Teixeira (1561-1618)
-Gregório de Matos (1633-1696)
-Manuel Botelho de Oliveira (1636-1711)
Frei Vicente de Salvador (1564-1636)
-Frei Manuel da Santa Maria de Itaparica (1704-1768) 


                              Bibliografia do Autor: 
                        
Gregório de Matos Guerra


   Nasceu em Salvador(BA) e morreu em Recife(PE). Após estudos no Colégio dos Jesuítas, foi para Portugal,  onde se diplomou em Direito pela Universidade de Coimbra. Recebeu o apelido de Boca do Inferno graças á sua obra satírica. Estabeleceu-se em Lisboa, mas a irreverência de suas sátiras obrigou-o a voltar ao Brasil. Pelo mesmo motivo, foi degradado para Angola. Retornado ao Brasil, muito doente, foi proibido de entrar na Bahia e de apresentar seus poemas. Escreveu poesia lírica, satírica e religiosa. A diversidade e o antagonismo de sua produção poética já o enquadram no espírito do Barroco.


    Escreveu poesia lírica, satírica e religiosa. Suas poesias satíricas possuem um ótimo material do ponto de vista sociológico e linguístico (já que o autor usava um vocabulário bem popular). Nelas o escritor narra episódios da vida popular, cotidiana e política. Através delas podemos conhecer melhor a sociedade da época (período colonial).
    A poesia lírica de Gregório de Matos também é muito boa e pode ser dividida em:

- Poesia lírico-amorosa
- Poesia lírico-filosófica
- Poesia lírico-religiosa
POESIA LÍRICO-AMOROSA


Características

- O amor é retratado como fonte de prazer e sofrimento
- A mulher é retratada como um anjo e fonte de perdição (pois desperta o desejo carnal
)
                                                            TEXTO
Rompe o Poeta com a Primeira Impaciência Querendo Declarar-se e Temendo Perder Por Ousado
Anjo no nome, Angélica na cara,
Isso é ser flor, e Anjo juntamente,
Ser Angélica flor, e Anjo florente,
Em quem, se não em vós se uniformara?
Quem veria uma flor, que a não cortara
De verde pé, de rama florescente?
E quem um Anjo vira tão luzente,
Que por seu Deus, o não idolatrara?
Se como Anjo sois dos meus altares,
Fôreis o meu custódio, e minha guarda,
Livrara eu de diabólicos azares.
Mas vejo, que tão bela, e tão galharda,
Posto que os Anjos nunca dão pesares,
Sois Anjo, que me tenta, e não me guarda.

Vocabulário

Uniformar: tornar uniforme, com uma só forma
Galharda: elegante
     
     A lírica amorosa de Gregório de Matos na época do Barroco, certamente, marca uma dualidade, que ocorre entre o nosso espírito e o nosso corpo (ou melhor, a carne). Assim, os seus poemas expressavam a dualidade entre um e outro, que entravam em conflito no espírito ocasionado, principalmente, pelos nossos sentimentos de culpa.
    O amor platônico, a obscenidade de um amor essencialmente carnal, o sentimento contemplativo relacionado à arte de amar sempre chegavam então ao conflito que ocorria entre o espírito e a carne do indivíduo.

                                   POESIA LÍRICO-RELIGIOSA
                                         
                                            Características

- O autor está dividido entre pecado e virtude (sente culpa por pecar e busca a salvação)
- O autor vê o pecado como um erro humano, mas também, como a única forma de Deus cometer o ato do perdão.
- O eu-lírico, muitas vezes, se comporta como advogado que faz a própria defesa diante de Deus (para tal, usava, até mesmo, trechos da Bíblia)
 
                                                  TEXTO

Ao mesmo assunto e na Mesma Ocasião
Pequei Senhor: mas não porque hei pecado,
Da vossa Alta Piedade me despido:
Antes, quanto mais tenho
delinqüido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida, já cobrada,
Glória tal, e prazer tão repentino
Vos deu, como afirmais na Sacra História,
Eu sou, Senhor, ovelha desgarrada;
Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória

    A lírica religiosa, por sua vez, foi a que mais se destacou no barroco de Gregório de Matos. Entre as principais inspirações do autor, ou melhor, os temas explorados, devemos destacar a relação do humano com o pecado, com o amor dos humanos dedicados a Deus e o próprio arrependimento.
    O autor teve poemas muito marcantes na lírica religiosa, principalmente quando exaltava a insignificância dos humanos em relação ao nosso Deus, assim como a busca excessiva por perdão, mesmo quando sabemos que estamos errados, expressando também a consciência humana de pecador.
   Desta forma, era comum que todos esses conceitos serem expressos juntos em um mesmo poema, o que muitas vezes causava dúvida e alvoroço, principalmente por parte dos grandes religiosos da época.

POESIA LÍRICO-FILOSÓFICA


    Características
- Pessimismo
-Angústia diante da vida
-Temas abordando o desconcerto do mundo e a instabilidade dos bens materiais

                                              TEXTO

Moraliza o Poeta nos Ocidentes do Sol a Inconstância dos Bens do Mundo
Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,
Depois da Luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.
Porém se acaba o Sol, por que nascia?
Se formosa a Luz é, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?
Mas no Sol, e na Luz, falte a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.
Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.
Vocabulário:
Pena: dor, sofrimento
     A lírica filosófica, por sua vez, é onde o autor tornava claras todas as suas dúvidas e questionamentos acerca do mundo. Entre as principais referências utilizadas, é preciso enfatizar a desordem, a baderna e a loucura do nosso mundo e também as desilusões, os medos e a confusão do imaginário com a realidade dos seres humanos.
    É nesse momento que todo o pessimismo, a própria angústia que cerca o mundo e, consequentemente, a mente de Gregório de Matos, são expressados. As incertezas, a fugacidade do nosso espaço-tempo e os demais desconcertos e dúvidas acerca do mundo são consideradas nesse modelo de poesia.
“O boca do Inferno”
    Não foi à toa que Gregório de Matos ganhou um apelido bem carinhoso: o Boca do Inferno. Em suas escritas, o autor não deixava de lado os seus pensamentos e as mais diferenciadas formas de expressão: se fosse preciso, utilizaria palavrões e faria críticas intensas, como fez em grande parte de seus poemas.
    Por conta disso, suas sátiras e poemas contavam com muitas críticas, expressões e palavrões, principalmente em seus questionamentos filosóficos envolvendo as desilusões em contradição com a realidade vivida pelo ser humano.
    Além disso, seus poemas também eram marcados por um português extremamente rico, que por vezes ganhava ainda mais força por meio dos termos tanto africanos quanto indígenas, utilizados em meio ao nosso português.

CARACTERÍSTICAS LITERÁRIAS DA OBRA DE GREGÓRIO DE MATOS

     A poesia de Gregório de Matos é religiosa e lírica. Absolutamente conforme com a estética do Barroco, abusa de figuras de linguagem; faz uso do estilo cultista e conceitista, através de jogos de palavras e raciocínios sutis. As contradições, próprias, talvez, de sua personalidade instável, são uma constante em seus poemas, oscilando entre o sagrado e o profano, o sublime e o grotesco, o amor e o pecado, a busca de Deus e os apelos terrenos.   É mais conhecido por sua sátira ferina, azeda e mordaz, usando, às vezes, palavras de baixo calão, daí seu epíteto Boca do Inferno. Critica todos os aspectos da sociedade baiana, particularmente o clero e o português. A atitude nativista que disso resulta é apenas conseqüência da situação na Colônia brasileira. 


EXERCÍCIOS


À mesma D. Ângela

Anjo no nome, Angélica na cara,
Isso é ser flor, e Anjo juntamente,
Ser Angélica flor, e anjo florente,
Em quem, senão em vós se uniformara?
Quem veria uma flor, que a não cortara
De verde pé, de rama florescente?
E quem um Anjo vira tão luzente,
Que por seu Deus, o não idolatrara?
Se como Anjo sois dos meus altares,
Fôreis o meu custódio, e minha guarda
Livrara eu de diabólicos azares.
Mas vejo, que tão bela e tão galharda,
Posto que os Anjos nunca dão pesares,
Sois Anjo, Que me tenta, e não me guarda.
                                     (Gregório de Matos)

ESTUDO DO TEXTO


1- A quem é dedicado o poema?

2- Angélica é um substantivo que admite duas classificações. Quais?

3- A dualidade matéria/espírito aparece no próprio nome da mulher. Explique essa afirmativa.

4- O que pode significar o último verso do poema? 



A Jesus Cristo Nosso Senhor
 Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Antes, quanto mais tenho delinquido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida já cobrada,
Glória tal e prazer tão repentino
Vos deu, como afirmais na Sacra História:
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.

                 (Gregório de Matos Guerra) 

1- Indique o tema de cada um dos fragmentos extraídos de poemas barrocos:

a)  Esta razão me obriga a confiar
     Que, por mais que pequei, neste conflito,
     Espero em vosso amor de me salvar. Gregório de Matos

b) Arrependido estou de coração:
   De coração vos busco, daí- me abraços
   Abraços, que me rendam vossa luz.  Gregório de Matos

2 - A vós correndo vou, Braços sagrados,
     nessa cruz sacrossanta descobertos:
     que para receber-me estais abertos
     e por não castigar-me estais  cravados

    A vós, Divinos olhos eclipsados
   de tanto sangue e lágrima cobertos;
    poís para perdoar-me esta´s despertos
   e  por não condenar-me estais fechados.
                                 (Gregório de Matos)
a. O eu-lírico representa Cristo através dos braços e olhos. Como se chama essa figura de estilo que consiste na apresentação de todo pela parte?

b. Transcreva duas antíteses do texto.

3-  A respeito de Gregório de Matos, assinale a alternativa, incorreta:
a) Alguns de seus sonetos sacros e líricos transpõem, com brilho, esquemas de Gôngora e de Quevedo.
b) Alma maligna, caráter rancoroso,relaxado por temperamento e costumes, verte fel em todas as suas sátiras.
c) Na poesia sacra, o homem não busca o perdão de Deus; não existe o sentimento de culpa, ignorando-se a busca do perdão divino.
d) As suas farpas dirigiam-se de preferência contra os fidalgos caramurus.
e) A melhor produção literária do autor é constituída de poesias líricas, em que desenvolve temas constantes da estática barroca, como a transitoriedade da vida e das coisas.

Texto para as questões 04 a 06
À INSTABILIDADE DAS COUSAS DO MUNDO
Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,
Depois da Luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em continuas tristezas a alegrias,
Porém, se acaba o Sol, por que nascia?
Se é tão formosa a Luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto, da pena assim se fia?
Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria, sinta-se triste.
Começa o Mundo enfim pela ignorância
A firmeza somente na inconstância.
04. No texto predominaram as imagens:
a) olfativas;
b) gustativas;
c) auditivas;
d) táteis;
e) visuais.
05. A ideia central do texto é:
a) a duração efêmera de todas as realidades do mundo;
b) a grandeza de Deus e a pequenez humana;
c) os contrastes da vida;
d) a falsidade das aparências;
e) a duração prolongada do sofrimento.
06. Qual é o elemento barroco mais característico da 1ª estrofe?
a) disposição antitética da frase;
b) cultismo;
c) estrutura bimembre;
d) concepção teocêntrica;
e) estrutura correlativa, disseminativa e recoletiva.
07. (SANTA CASA) A preocupação com a brevidade da vida induz o poeta barroco a assumir uma atitude que:
a) descrê da misericórdia divina e contesta os valores da religião;
b) desiste de lutar contra o tempo, menosprezando a mocidade e a beleza;
c) se deixa subjugar pelo desânimo e pela apatia dos céticos;
d) se revolta contra os insondáveis desígnios de Deus;
e) quer gozar ao máximo seus dias, enquanto a mocidade dura.
08. (UEL) Identifique a afirmação que se refere a Gregório de Matos:
a) No seu esforço da criação a comédia brasileira, realiza um trabalho de crítica que encontra seguidores no Romantismo e mesmo no restante do século XIX.
b) Sua obra é uma síntese singular entre o passado e o presente: ainda tem os torneios verbais do Quinhentismo português, mas combina-os com a paixão das imagens pré-românticas.
c) Dos poetas arcádicos eminentes, foi sem dúvida o mais liberal, o que mais claramente manifestou as idéias da ilustração francesa.
d) Teve grande capacidade em fixar num lampejo os vícios, os ridículos, os desmandos do poder local, valendo-se para isso do engenho artificioso que caracteriza o estilo da época.
e) Sua famosa sátira à autoridade portuguesa na Minas do chamado ciclo do ouro é prova de que seus talento não se restringia ao lirismo amoroso.

09-  Assinale o melhor conceito de Barroco.

A – Barroco é um estilo de época que surgiu antes do Classicismo, onde predomina o Cultismo, o Ceptismo, Fusionismo, o Sensoralismo, além de outras características.

B – Barroco é um estilo individual que surgiu após o Classicismo, onde predomina o Cultismo, o Ceptismo, Fusionismo, o Sensoralismo, além de outras características.

C – Barroco é um estilo de época que surgiu após o Classicismo onde predomina muitas características.

D – Barroco é um estilo de época que surgiu após o Classicismo, onde predomina o Cultismo, o Conceptismo, Fusionismo, o Sensorialismo, além de outras características.


10 - O início do Barroco no Brasil se deu com
A – o livro Prosopopéia de Bento Teixeira, escrito em 1.601.
B – o livro Prosopopéia de Gregório de Matos, escrito em 1.601.
C – o livro Suspiros Poéticos de Bento Teixeira, escrito em 1.601.
D – o livro Suspiros Poéticos de Cláudio Manuel da Costa, escrito em 1.768.


11- Em todas as opções abaixo há exemplos do contexto histórico do Barroco. Todos estão relacionados diretamente com a Igreja Católica, exceto
A – Absolutismo
B – Reforma da Igreja e Contra-Reforma
C – Concílio de Trento
D – Companhia de Jesus

12 - Entre os nomes e características apresentados a seguir, destaque os que podem ser associados ao Barroco:

1. Cultismo e Conceptismo.
2. Oposição entre mundo material e mundo espiritual.
3. Padre Antônio Vieira e Gregório de Matos.
4. Preocupação com a racionalidade.
5. Gregório de Matos e Basílio da Gama.
6. Gosto por raciocínios complexos, desenvolvidos em parábolas e narrativas bíblicas.
a) 1 – 2 – 3 – 6
b) 1 – 2 – 3 – 5
c) 1 – 3 – 4 – 5
d) 2 – 3 – 4 – 6
e) 2 – 4 – 5 – 6

Exercícios retirados do livro:  Faraco e Moura, Português - Novo Ensino Médio. Atica. e 

<http://literatura-na-sala-de-aula.blogspot.com.br/2009/04/1-questao-assinale-o-melhor-conceito-de.html>

<http://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-literatura/exercicios-sobre-barroco-no-brasil.htm>

<http://www.coladaweb.com/exercicios-resolvidos/exercicios-resolvidos-de-portugues/barroco>


Alunos:  Andréia Lopes Prianti
              Andressa Lopes Prianti 
              Claudia Nicolau Correa
              Marilene Harrisberger Pereira
              Richard da Silva Alves        
              Liane Moura Costa